Dezessete Cartas
Dezessete Cartas
“Dezessete Cartas” não é um livro sobre sentimentos como conceito, mas um livro escrito para eles. A obra nasce da experiência pessoal do autor com emoções vividas em situações comuns da vida. Encontros, conversas, quedas, silêncios que nem sempre foram agradáveis, mas que foram transformadoras.
O texto reflete sobre como sentimentos ignorados não desaparecem: eles permanecem dentro de nós, silenciosos, até se tornarem feridas. O autor reconhece que, por muito tempo, confundiu maturidade com controle emocional, silenciar, engolir, parecer forte, quando, na verdade, estava apenas reprimindo o que sentia.
O livro é estruturado como cartas escritas após momentos marcantes.
Depois da vergonha.
Do orgulho.
Da dor ou da queda.
Os “amigos” mencionados não são apenas pessoas, mas também emoções internas que ensinam, desafiam e moldam quem somos. Alguns capítulos podem parecer contraditórios, refletindo a complexidade real da vida e dos sentimentos. Ele começa pelo arrependimento, sugerindo que muitas histórias têm início nas palavras não ditas e nas ausências que carregamos.
O Propósito
A proposta da obra não é eliminar emoções, mas aprender a dialogar com elas.
O livro convida o leitor a pausar.
A refletir.
E a sentir sem pressa e sem necessidade de concordar.
No fundo, o propósito é simples e profundo:
Viver não é fugir dos sentimentos, mas aprender a escutá-los e conversar com eles.